domingo, 27 de outubro de 2013

Ó Oliveira da Serra

Ó oliveira da serra o vento leva a flor
Ó ai ó linda só a mim ninguém me leva
Ó ai ó linda para o pé do meu amor,
Ó ai ó linda só a mim ninguém me leva
Ó ai ó  linda para o pé do meu amor.


A oliveira da serra o vento leva a ramada
Ó ai ó linda só a mim ninguém me leva
Ó ai ó linda pra o pé da minha amada,
Ó ai ó linda só a mim ninguém me leva
Ó ai ó linda para o pé da minha amada.


A  oliveira clama clama e tem razão
Ó ai ó linda que lhe apanham a azeitona
Ó ai ó linda deitam-lhe a rama ao chão.
Ó ai ó linda que lhe apanham a azeitona
Ó ai ó linda deitam-lhe a rama ao chão.


A oliveira pequena que azeitona pode dar
Ó ai ó linda rapaz novo sem dinheiro
Ó ai ó linda que mulher pode arranjar.
Ó ai ó linda rapaz novo sem dinheiro
Ó ai ó linda que mulher pode arranjar.


quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Ó Rosa Arredonda a Saia

Refrão:
Ó Rosa arredonda a saia
Ó Rosa arredonda a bem
Ó Rosa arredonda a saia
Olha a roda que ela tem.


Olha a roda que ela tem
Olha a roda que ela tinha
Ó Rosa arredonda a saia
Arredonda redondinha.


Refrão:
Ó Rosa arredonda a saia
Ó Rosa arredonda bem
Ó Rosa arredonda a saia
Olha a roda que ela tem.


O Emigrante

Longe na terra distante
Longe do seu Portugal
Vai lembrando o emigrante
A sua Terra Natal.
Na sua grande ansiedade,
É triste viver assim,
Mas quando vem a saudade
Chora saudades sem fim.

Refrão:
Longe dos seus,
Vai vivendo a recordar
Tem fé em Deus,
Que um dia há-de voltar.
Há no seu crer,
Um só desejo afinal,
O de morrer em Portugal.

Ai quantas saudades tem
Da sua pequena aldeia
O rosto de sua mãe,
Traz noite e dia na ideia.
Baixinho sua alma reza
Para esquecer desventuras
Vai desfiando tristezas
Num rosário de amarguras.


Refrão


A Machadinha

Ah, ah ,ah, minha machadinha
Ah, ah ,ah, minha machadinha
Quem te pôs a mão sabendo que és minha,
Quem te pôs a mão sabendo que és minha.

Sabendo que és minha também eu sou tua
Sabendo que és minha também eu sou tua
Salta machadinha pro meio da rua
Salta machadinha pro meio da rua.

Pro meio da rua não hei-de eu saltar
Pro meio da rua não hei-de eu saltar
Eu hei-de ir à roda escolher o meu par
Eu hei-de ir à roda escolher o meu par.

O meu par eu já sei quem é
O meu par eu já sei quem é
É um rapazinho chamado José
É um rapazinho chamado José.

Chamado José chamado João
Chamado José chamado João
É um rapazinho do meu coração
É um rapazinho do meu coração.


terça-feira, 22 de outubro de 2013

Ó Rola

Refrão:
Ó rola ó rola onde vais fazer o ninho
No mais alto salgueiral
mesmo à  beira do caminho.
Ó rola ó rola onde vais fazer o ninho
No mais alto salgueiral
Mesmo à beira do caminho

Mesmo à beira do caminho
Mesmo à beira do caminho
Mesmo à beira do valado
Eu tirei o ninho à rola
De verdade andava tola
Estava todo escangalhado.

Refrão

Eu vi a rola no ar
Eu vi a rola no ar
Dei-lhe um tiro e matei-a
Já estava chumbada de outro
Já estava chumbada de outro
Não era minha deixei-a

Refrão

domingo, 20 de outubro de 2013

Quando Vou à Horta

Quando vou à horta
Quando vou e venho
Passo pela porta
Dum amor que eu tenho.

Refrão:
Agora já tenho já me não importa
Eu só me penteio quando vou à horta.

Quando vou à horta
Vou sempre a correr
Só  paro à porta
Pro meu amor me ver.

Refrão

Quando vou à horta
Buscar hortaliça
Vejo o meu amor
Cheio de preguiça.

Refrão

Quando vou à horta
Passo pela rua
E digo baixinho
Meu amor sou tua.

Refrão:
Agora já tenho já me não importa
Eu só me penteio quando vou à horta.


Ó Margarida Moleira

Ó Margarida Moleira
Dá-me da tua farinha
Ai ai ai que a quero peneirar
Ai ai ai pela nova peneirinha.

Ó Margarida Moleira
Que é da outra Margarida
Ai ai ai ficou na cama deitada
Ai ai ai a chorar de arrependida.

A chorar de arrependida
A chorar de aflição
Ai ai ai ó Margarida Moleira
Ai ai ai amor do meu coração.

Amor do meu coração
Quanto tenho já é teu
Ai ai ai só a minha alma não
Ai ai ai quero dá-la a quem ma deu.