sexta-feira, 29 de novembro de 2013

A Família

Que nenhuma família comece em qualquer  de repente,
Que nenhuma família termine por falta de amor,
Que o casal seja um para o outro de corpo e de mente,
E que nada no mundo separe um casal sonhador.

Que nenhuma família se abrigue debaixo da ponte,
Que ninguém interfira no lar e na vida dos dois,
Que ninguém os obrigue a viver sem nenhum horizonte,
Que eles vivam no ontem no hoje e em função dum depois.

REFRÃO:
Que a família comece e termine sabendo onde vai,
E que o homem carregue nos ombros a graça dum pai,
Que a mulher seja um céu de ternura aconchego e calor,
E que os filhos conheçam a força que brota do amor.

Abençoa Senhor as famílias Amem)
Abençoa Senhor a minha também) bis


Que marido e mulher tenham força de amar sem medida,
Que ninguém vá dormir sem pedir ou sem dar seu perdão,
Que as crianças aprendam no colo o sentido da vida,
Que a família celebre a partilha do abraço e do pão.

Que marido e mulher não se traiam nem traiam seus filhos,
Que o ciúme não mate a certeza do amor entre os dois,
Que no seu firmamento a estrela que tem maior brilho,
Seja a firme certeza de um céu aqui mesmo e depois.

REFRÃO:
Que a família comece e termine sabendo onde vai,
E que o homem carregue nos ombros a graça dum pai,
Que a mulher seja um céu de ternura aconchego e calor,
E que os filhos conheçam a força que brota do amor.

Abençoa Senhor as famílias Amem)
Abençoa Senhor a minha também) bis


domingo, 24 de novembro de 2013

Ai Verdinho Meu Verdinho

Ai verdinho, meu verdinho
Esquecer-te não há maneira (bis
Tu pra mim és pão e vinho
E cor da minha bandeira. (bis

Refrão:
Que importa o verde ser verde
Se me faz cantar na rua.
Ai verdinho meu verdinho
Não há cor igual à tua (bis


Ai verdinho meu verdinho
Só tu és o meu amor (bis
O teu verde mais verdinho
Vai pra mesa do Senhor. (bis

Refrão

Ai verdinho meu verdinho
Já saíste da videira. (bis
Escorrega devagarinho
E apaga-me esta fogueira. (bis

Refrão

Ai verdinho meu verdinho
Ouve bem o que te digo (bis
Nem há pedras no caminho
Quando tu andas comigo (bis

Refrão


quarta-feira, 20 de novembro de 2013

A Mulher Gorda

A Mulher gorda
Para mim não me convém
Eu não quero andar na rua
Com as banhas de ninguém.

Refrão:
Ai ai ai ai eu gosto desta mulher
Quero tê-la ao pé de mim
Beijá-la quando quiser.
Ai ai ai ai eu gosto desta mulher
Quero tê-la ao pé de mim
Beijá-la quando quiser.

A mulher magra
Para mim não me convém
Eu não quero andar na rua
Com esqueleto de ninguém

Refrão

A mulher alta
Para mim não me convém
Eu não quero andar na rua
Com escadote de ninguém.

Refrão

A mulher baixa
Para mim não me convém
Eu não quero andar na rua
Com moletas de ninguém.

Refrão

A mulher feia
Para mim não me convém
Eu não quero andar na rua
Com a máscara de ninguém.

Refrão

A mulher bonita
Para mim já me convém
Eu só quero andar na rua
Com a beleza de alguém.

Refrão:
Ai ai ai ai eu gosto desta  mulher
Quero tê-la ao pé de mim
Beijá-la quando quiser.
Ai ai ai ai eu gosto desta mulher
Quero tê-la ao pé de mim
Beijá-la quando quiser.

domingo, 17 de novembro de 2013

Resineiro

Raparigas da resina
Guardai o vosso dinheiro (bis)
O i ó ai pra comprar papel e tinta
O i ó ai pra escrever ao resineiro.(bis)

Resineiro engraçado(bis
Engraçado no falar
O i ó ai eu hei-de ir à terra dele(bis)
O i ó ai se ele me lá quiser levar.

Já tenho papel e tinta
Caneta e mata-borrão(bis)
O i ó ai pra escrever ao resineiro
O i ó ai que trago no coração.(bis)

Resineiro é casado(bis
É casado tem mulher
O i ó ai eu hei-de ir à terra dele(bis)
O i ó ai quantas vezes eu quiser.


terça-feira, 12 de novembro de 2013

Janeiras

Apenas aqui cheguei
Logo pus o pé na escada,
Logo meu coração disse
Aqui mora gente honrada.

Refrão:
Boas festas boas festas
Nós aqui viemos dar
À porta destes senhores
 Se as quiser aceitar.

Levantes ó senhora
Desse seu rico assento
Venha-nos dar as Janeiras
Em louvor do nascimento.

Refrão

Viva o senhor José
Raminho de bem-querer
Pegue nas chaves da adega
Venha-nos dar de beber.

Refrão

Viva a senhora Maria
Toda coberta de véu
Ainda cá anda na terra
Já tem cadeira no Céu.

Refrão

Viva o senhor António
Com seu relógio ao peito
Quando passa pelas moças
Pisca-lhe o olho direito.

Refrão

Viva a senho Alzira
Corada como a cereja
É a flor mais bonita
Que entra na nossa Igreja.

Refrão

Vou-me dar a despedida
Vou-me dá-la vou-me embora
Já se vai fazendo tarde
Para quem tão longe mora.

Refrão

Vou-me dar a despedida
Como Deus deu em Belém
Adeus ó senhores da casa
Até ao ano que vem.

Refrão
 Levantes ó senhora
Desse seu rico assento
Venha-nos dar as Janeiras
Em louvor do nascimento.

Refrão

Viva o senhor José
Raminho de bem-querer
Pegue nas chaves da adega
Venha-nos dar de beber.

Refrão

Viva a senhora Maria
Toda coberta de véu
Ainda cá anda na terra
Já tem cadeira no Céu.

Refrão

Viva o senhor António
Com seu relógio ao peito
Quando passa pelas moças
Pisca-lhe o olho direito.

Refrão

Viva a senho Alzira
Corada como a cereja
É a flor mais bonita
Que entra na nossa Igreja.

Refrão

Vou-me dar a despedida
Vou-me dá-la vou-me embora
Já se vai fazendo tarde
Para quem tão longe mora.

Refrão

Vou-me dar a despedida
Como Deus deu em Belém
Adeus ó senhores da casa
Até ao ano que vem.

Refrão


sexta-feira, 8 de novembro de 2013

O Melro

O Melro perdeu o bico
Como vai ele bicar, bicar, bicar
O melro perdeu o bico
Ai coitadinho do melro
Como vai ele ficar.

O melro perdeu a língua
Como vai ele linguar ,lingar, linguar
O melro perdeu a língua, o bico
Ai coitadinho do melro como vai ele ficar.

O melro perdeu a toita 
Como vai ele toitar, toitar, toitar.
O melro perdeu a toita, a língua o bico
Ai coitadinho do melro como vai ele ficar

O melro perdeu um olho
Como há-de ele olhar, olhar , olhar.
O melro perdeu um olho, a toita a língua o bico
Ai coitadinho do melro como vai ele ficar.

O melro perdeu outro olho
Como vai ele olhar , olhar, olhar.
O melro perdeu um olho, outro olho
A toita a língua o bico,
Ai coitadinho do melro como vai ele ficar.

O melro perdeu uma asa,
Como vai ele voar, voar, voar
O melro perdeu uma asa um olho
Outro olho, a toita a língua o bico
Ai coitadinho do melro como vai ele ficar.

O melro perdeu outra asa,
Como vai ele voar, voar, voar.
O melro perdeu uma asa outra asa
Um olho outro olho, a toita a língua o bico
Ai coitadinho do melro como vai ele ficar.

O melro perdeu uma perna
Como  vai ele pernar, pernar, pernar.
O melro perdeu uma perna, uma asa outra asa
Um olho, outro olho a toita a língua o bico
Ai coitadinho do melro como vai ele ficar.

O melro perdeu outra perna
Como vai ele pernar, pernar, pernar
O melro perdeu uma perna, outra perna uma asa
Outra asa , um olho outro olho a toita a língua o bico
Ai coitadinho do melro como vai ele ficar.

O melro perdeu o rabo
Como vai ele rabiar, rabiar rabiar
O melro perdeu o rabo
Ai coitadinho do melro já se vai enterrar.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Já Passei a Roupa a Ferro

Já passei a roupa a ferro
Já passei o meu vestido
Amanhã vou-me casar
O Manel é meu marido.

Refrão:
Todos me querem
Eu quero alguém
Quero o meu amo
Não quero mais ninguém

Todos me querem
Eu quero algum
Quero o meu amor
Não quero mais nenhum.

O Manel é meu marido
O Manel é quem me adora
O Manel é quem me tira
Da minha casa pra fora.

Refrão:
Todos me querem
Eu quero alguém
Quero o meu amor
Não quero mais ninguém

Todos me querem
Eu quero algum
Quero o meu amor
Não quero mais nenhum.

Da minha casa pra fora
Da minha casa pra dentro
O Manel é quem me leva
No dia do casamento.

Refrão:
Todos me querem
Eu quero alguém
Quero o meu amor
Não quero mais ninguém.

Todos me querem
Eu quero algum
Quero o meu amor
Não quero mais nenhum.