quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Nem Às Paredes Confesso

Refrão:
De que eu gosto
Nem às paredes confesso
E até aposto que não gosto de ninguém.
Podes sorrir, podes mentir, podes chorar também.
De quem eu gosto nem às paredes confesso.

Não queiras gostar de mim,
Sem que eu te peça,
Nem me dês nada que ao fim
Eu não mereça.
Vê se me deitas depois
Culpas no rosto, isto é sincero
Porque não quero dar-te um desgosto.

Refrão

Quem sabe se te esqueci
Ou se te quero.
Quem sabe até se é por ti
Por quem eu espero.
Se gosto ou não afinal isso é comigo,
Mesmo que penses,
Que me convences nada te digo.

Refrão:
De quem eu gosto
Nem às paredes confesso
E até aposto que não gosto de ninguém.
Podes sorrir, podes mentir, podes chorar também
De quem eu gosto nem às paredes confesso.



terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Somos Livres

Uma Gaivota voava voava
Asas de vento, coração no mar (bis)
Como ela somos livres
Somos livres de voar (bis)

Uma papoila crescia, crescia
Grito vermelho num campo qualquer (bis)
Como ela somos livres
Somos livres de crescer (bis)

Uma criança dizia, dizia
Quando for grande, não vou combater (bis)
Como ela somos livres
Somos livres de dizer (bis)

Somos um povo que cerra fileiras
Parte à conquista do pão e da paz (bis)

Somos livres somos livres
Não voltaremos atrás. (bis)


Banhar-nos à praia

Banhar-nos à praia fomos tu e eu,
Mas que grande bronca nos aconteceu,
A minha camisa ,o vestido teu
Quando à noitinha nada apareceu.

Muito envergonhados saímos dali
Eu em tronco nu, tu em piqueni,
Não tinha dinheiro carro também não
Viemos a pé fizemos serão.

Refrão:

Como é que eu hei-de como é que eu hei-de)bis
Como é que eu hei-de me ir embora,
Com as perninhas todas à mostra
Os marmelinhos quase de fora

Muito envergonhados saímos dali
Eu em tronco nu tu em piqueni
Não tinha dinheiro carro também não
Viemos a pé  fizemos serão.

REFRÃO 

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Ai Se Os Meus Olhos Falassem

Quanto mais quero esquecê-la vejam lá
Tanto mais me lembro dela por meu mal
Eu não sei viver sem ela passo lá rente à janela
Sem dela ver um sinal.

Se a encontro por acaso como é bom
Mas passamos adiante sem olhar,
Por orgulho quando passo,
Eu até apresso o passo
Mas depois volto a passar.

Refrão:
Ai se os meus olhos falassem contavam
Quantas saudades eu tenho de ti.
Ando morto por te ver vejo-te só a correr
Pra não ver que te perdi.
Ai se os meus olhos falassem amor
Sabias quem te quer bem.
Ai se os meus olhos falassem
Talvez a ti te contassem
Oque não conto a ninguém.


Agora mudou de rua, vejam lá
Tem uma casa mais alta que estadão.
Agora nem parece ela a rapariga singela
Que eu via no rés do chão.

Mudou tanto tanto  tanto podem crer
Como o dia para a noite tal e qual
Agora tudo o que resta, dessa rapariga honesta
É esse amor sem igual.

Refrão

sábado, 7 de dezembro de 2013

Coimbra é uma Lição

Refrão:
Coimbra é uma Lição
De sonho e tradição
O lente é uma canção
E a Lua a faculdade.

O livro é uma mulher
Só passa quem souber
E aprende-se a dizer saudade.


Coimbra do choupal
Ainda és capital
Do amor em Portugal ,ainda.

Coimbra onde uma vez
Com lágrimas te fez
A história dessa Inês tão linda.

Refrão

Coimbra das canções
Tão meiga que nos pões
Os nossos corações a nu.

Coimbra dos doutores
Pra nós os teus cantores
A fonte dos amores és tu.

Refrão:
Coimbra é uma lição
De sonho e tradição
O lente é uma canção
E a lua a faculdade.

O livro é uma mulher
Só passa quem souber
E aprende-se a dizer saudade.


sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Os Meninos à Volta da Fogueira

Com fios Feitos de lágrimas passadas 
Os Meninos do Huambo fazem alegria
Constroem sonhos com os mais velhos de mãos dadas
E no Céu descobrem estrelas de magia.

Com os lábios de dizer nova poesia
Soletram as estrelas como letras
E vão juntando no Céu como pedrinhas
Estrelas letras para fazer novas palavras.

Refrão:
Os meninos à volta da fogueira
Vão aprender coisas de sonho e de verdade
Vão aprender como se ganha uma bandeira
Vão saber o que custou a liberdade.


Com os sorrisos mais lindos do planalto
Fazem continhas engraçadas de somar
Somam beijos com flores e com suor
E subtraem manhã cedo por luar.

Dividem a chuva miudinha com o milho
Multiplicam o vento pelo mar
Soltam ao Céu as estrelas já escritas
Constelações que brilham sempre sem parar.

Refrão:
Os Meninos à volta da fogueira
Vão aprender coisas de sonho e de verdade
Vão aprender como se ganha uma bandeira
Vão saber quanto custou a liberdade.


Palavras sempre novas sempre novas
Palavras deste tempo sempre novo
Porque os meninos inventaram coisas novas
E até já dizem que as estrelas são do povo.

Assim contentes à voltinha da fogueira
Juntam palavras deste tempo sempre novo
Porque os meninos inventaram coisas novas
E até já dizem que as estrelas são do povo.

Refrão:
Os meninos à volta da fogueira
Vão aprender coisas de sonho e de verdade
Vão aprender como se ganha uma bandeira
Vão saber o que custou a liberdade.


quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Amora Negra

Refrão:
Minha amora negra, minha flor silvestre
Toda a gente soube que um beijo me deste.
Um beijo é desejo a ninguém se nega
Minha flor silvestre minha amora negra.

Eu vi-te demanhãnzinha
Pela tarde te falei.
O que dissemos à noite
O que dissemos à noite
A ninguém o contarei.

Refrão

Peço a Deus que me leve
Para longe esta afeição.
Tudo nasce e tudo morre
Tudo nasce e tudo morre
Só este amor é que não.

Refrão