sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Viana do Castelo

Ó Viana do castelo
De beleza natural
És a mais linda do Minho
Do canteiro de Portugal.

Cachopas sobem ao monte
Para ver Santa Luzia
E no monte sobranceiro
Bailam e cantam durante o dia.

Refrão:
Santa Luzia dos meus amores,
Santa Luzia bonita és,
Santa Luzia dos meus olhares,
Linda  Viana está a teus pés.(bis)

A Santa vai escutando
Lindos ranchos lá de cima
Sereno vai deslizando
A seus pés o rio Lima.

Quem vai a santa Luzia
Ver Viana do Castelo,
O mais lindo panorama
Que do Minho é o mais belo.

Refrão

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

O Raspa

Dançando o raspa com um lindo par
Tudo se esquece para sonhar
Vem alegria nascem paixões
Tudo conhece mil ilusões.

Refrão:
O raspa dá prazer
O raspa tem emoção
Anima e faz viver
A dança é uma canção.
Dá-me um braço para rodar
Dá-me o outro para voltar
São três passos atrás e á frente
E no meio um abraço inocente

Dançando o raspa faz mais calor
E toda a gente fala de amor.
É uma loucura assim pular
E tudo sente o que é bom dançar

Refrão

Ai Mouraria

Ai Mouraria da velha rua da Palma
Onde eu um dia deixei presa a minha alma
Por ter passado mesmo ao meu lado
Certo fadista, de cor morena boca
Pequena e olhar trocista.

Refrão:
Ai Mouraria de rouxinóis nos beirais
De vestido cor de rosa
Dos pregões tradicionais.
Ai Mouraria das prossições a passar
Da Severa em voz saudosa
Da guitarra a soluçar.


Ai Mouraria o homem do meu encanto
Que me mentia, mas que eu adorava tanto
Amor que o vento como lamento
Levou consigo, mas que ainda agora
A toda a hora trago comigo.

Refrão:
Ai Mouraria de rouxinóis nos beirais
De vestido cor de rosa
Dos pregões tradicionais
Ai Mouraria das prossições a passar
Da Severa em voz saudosa
Da guitarra a soluçar.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Nem Às Paredes Confesso

Refrão:
De que eu gosto
Nem às paredes confesso
E até aposto que não gosto de ninguém.
Podes sorrir, podes mentir, podes chorar também.
De quem eu gosto nem às paredes confesso.

Não queiras gostar de mim,
Sem que eu te peça,
Nem me dês nada que ao fim
Eu não mereça.
Vê se me deitas depois
Culpas no rosto, isto é sincero
Porque não quero dar-te um desgosto.

Refrão

Quem sabe se te esqueci
Ou se te quero.
Quem sabe até se é por ti
Por quem eu espero.
Se gosto ou não afinal isso é comigo,
Mesmo que penses,
Que me convences nada te digo.

Refrão:
De quem eu gosto
Nem às paredes confesso
E até aposto que não gosto de ninguém.
Podes sorrir, podes mentir, podes chorar também
De quem eu gosto nem às paredes confesso.



terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Somos Livres

Uma Gaivota voava voava
Asas de vento, coração no mar (bis)
Como ela somos livres
Somos livres de voar (bis)

Uma papoila crescia, crescia
Grito vermelho num campo qualquer (bis)
Como ela somos livres
Somos livres de crescer (bis)

Uma criança dizia, dizia
Quando for grande, não vou combater (bis)
Como ela somos livres
Somos livres de dizer (bis)

Somos um povo que cerra fileiras
Parte à conquista do pão e da paz (bis)

Somos livres somos livres
Não voltaremos atrás. (bis)


Banhar-nos à praia

Banhar-nos à praia fomos tu e eu,
Mas que grande bronca nos aconteceu,
A minha camisa ,o vestido teu
Quando à noitinha nada apareceu.

Muito envergonhados saímos dali
Eu em tronco nu, tu em piqueni,
Não tinha dinheiro carro também não
Viemos a pé fizemos serão.

Refrão:

Como é que eu hei-de como é que eu hei-de)bis
Como é que eu hei-de me ir embora,
Com as perninhas todas à mostra
Os marmelinhos quase de fora

Muito envergonhados saímos dali
Eu em tronco nu tu em piqueni
Não tinha dinheiro carro também não
Viemos a pé  fizemos serão.

REFRÃO 

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Ai Se Os Meus Olhos Falassem

Quanto mais quero esquecê-la vejam lá
Tanto mais me lembro dela por meu mal
Eu não sei viver sem ela passo lá rente à janela
Sem dela ver um sinal.

Se a encontro por acaso como é bom
Mas passamos adiante sem olhar,
Por orgulho quando passo,
Eu até apresso o passo
Mas depois volto a passar.

Refrão:
Ai se os meus olhos falassem contavam
Quantas saudades eu tenho de ti.
Ando morto por te ver vejo-te só a correr
Pra não ver que te perdi.
Ai se os meus olhos falassem amor
Sabias quem te quer bem.
Ai se os meus olhos falassem
Talvez a ti te contassem
Oque não conto a ninguém.


Agora mudou de rua, vejam lá
Tem uma casa mais alta que estadão.
Agora nem parece ela a rapariga singela
Que eu via no rés do chão.

Mudou tanto tanto  tanto podem crer
Como o dia para a noite tal e qual
Agora tudo o que resta, dessa rapariga honesta
É esse amor sem igual.

Refrão